Há 7 meses
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
sabedoria
"Mente sem agitação é meditação. Mente no momento presente é meditação. Mente que não tem hesitação, nem antecipação é meditação. A Mente que voltou para a fonte é meditação. Mente que se torna não-mente é meditação. "
por Sri Sri Ravi Shankar.
domingo, 30 de agosto de 2009
sim, auto ajuda

sim, sim. eu li auto ajuda!!!
você já ouviu falar do desafio de não reclamar? pois bem, se não ouviu, vale ler este livro. leitura fácil para se ler "em uma sentada". o importante é entender o conceito do desafio. ok, vou simplificar e contar pra vocês, mas quem puder leia o livro, vale entender melhor a proposta.
todos passamos a maior parte do tempo reclamando de alguma coisa. a proposta é não reclamar por 21 dias consecutivos, para isso, começamos escolhendo um objeto que vamos colocar no braço, como uma pulseira. a cada reclamação vamos trocar a pulseira de lado.
vai demorar, eles dizem que demora muito, mas devemos insistir. com o tempo vamos perceber que estamos 2 ou 3 dias sem mudar a pulseira de braço, e nisso a vida vai estar leve, mais fácil de ser vivida.
estou fazendo sem grandes pretensões de tempo. meu objetivo é simplesmente viver melhor. você já notou que algumas pessoas ao nosso redor, tem uma energia super pesada? muitas delas é pq reclamam e xingam sem parar, isso atrai forças negativas que fazem o dia, o ar e o ambiente ficar pesado.
eu quero apenas viver melhor, por isso, a partir de hoje não reclamo mais.
um trecho - parte II
- Acalme-se, Isabel, você já está chegando aos quarenta, pode fazer tudo o que lhe der na telha. Não precisa da aprovação de ninguém para viver suas loucuras. Essa é uma coisas que só se conquista com a idade. A revista Playboy perguntou a John Lennon, na última entrevista que ele deu antes de morrer, se gostaria de reunir de novo os Beatles. E ele respondeu que aquilo tinha sido uma coisa da juventude, quando a vida é vivida a partir de um conceito de grupo. Mas, prestes a completar quarenta anos, a perspectiva de uma açnao coletiva já não fazia mais sentido, que a época da turma já havia passado. De acordo com isso, Isabel, você já pode se dar o luxo de seguir sozinha o seu próprio caminho, sem sentir o temos - paralisante, como me lembro - de não ser aprovada pelo grupo. Como diz Lennon, isso vale para os dezesseis. Se você aos quarenta, continua dependente da turma, isso quer dizer que, mentalmente, você parou nos dezesseis.
trecho do livro "Nós que nos amávamos tanto", de Marcela Serrano.
um trecho...
- As tristezas estão mal divididas - diz Sara.
- Às vezes, é bom ficar mal, Isabel - consola-a Maria. - São momentos que servem de mola para a mudança de órbita.
E, de fato, Isabel mudou de órbita, e de maneira mais inesperada. (...)
trecho do livro Nós que nos amávamos tanto, de Marcela Serrano.
atualizando as leituras

nova atualização de leituras do período.
Um romance feminino, escrito por Macerla Serrano, autora nascida em Santiago do Chile. Este livro ganhou o Prêmio Sor Juana Ines de la Cruz, concedido pela editora Cote Femmes/Indigo. Ganhou ainda o Prêmio Feira do Livro de Guadalajara, como o melhor romance feminino latino-americano.
O livro fala de amigas, quatro mulheres, que se encontram numa casa à beira de um lago, para confraternizar os 10 anos de amizade. A história conta o conflito e a construção das histórias das mulheres, que viveram o confuso período político do Chile. E no meio de todas os medos, havia ali os sentimentos femininos em cada uma delas, vindas de meios tão distintos, todas se igualam pela luta, pelo amor e pela feminilidade.
Vale ler!!!!
que arraso...

quando temos 20 e poucos anos, sentimos aquela ansiedade pela aproximação dos 30.
depois que chegamos aos 30, descobrimos que sofremos a toa, nada mudou.
os 40, porém, são trágicos!!!
bom, para mim está sendo.
ainda não cheguei neste número, mas faltam poucos anos, pouquíssimos, e vou dizer:
"é derrocada, escada abaixo numa velocidade assustadora."
- já não subo escadas e ladeiras, como antes;
- a memória falha e a concentração foi embora;
- acordo cansada e sinto dores em todo o corpo;
- e a pele que cai, cai e cai.
pois é, não dei atenção quando falavam que é imprescindível cuidar do corpo desde de cedo. nunca malhei, nunca fui de passar cremes e sempre comi os doces que via pela frente sem culpa. agora tenho que arcar com as consequências.
é difícil, perceber que com o tempo deixei de ser a máquina da juventude.
para piorar, avaliei minha vida até o momento e vi que não cumpri metade dos sonhos de infância. e parece que o corpo diz, já era, agora não vou mais te ajudar, já não respondo tão rapidamente aos seus impulsos.
mas o que mais dói é constatar que tomei atalhos pouco inteligentes, que me distanciaram de alguns objetivos.
o é maravilhoso saber que ainda falta, pelo menos, metade da vida para acertar o rumo e conquistar os sonhos perdidos no meio do caminho. traçar novos rumos, voltar a aprender e exercitar a mente. caminhar e renovar a cada dia. acho que agora começo a dar valor a coisas que antes nem notava.
e você, conte sua história.
sábado, 22 de agosto de 2009
novidades...
ei, novidades, que tal?
pois bem, ai vai.
1. estou de volta ao blog.
2. faz 1 mês que parei de fumar!!!!!!!!
para todos que mandaram mensagens falando do tombo que minha mãe levou...
O tombo não passou de um grande susto, 5 dias depois ela estava pronta pra continuar as sapequices diárias.
Obrigada pelas mensagens de apoio.
pois bem, ai vai.
1. estou de volta ao blog.
2. faz 1 mês que parei de fumar!!!!!!!!
para todos que mandaram mensagens falando do tombo que minha mãe levou...
O tombo não passou de um grande susto, 5 dias depois ela estava pronta pra continuar as sapequices diárias.
Obrigada pelas mensagens de apoio.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
resultado de um tombo
ligação no meio da tarde de segunda, porteiro do prédio onde mora a minha mãe dizendo:
- oh, tá nada bem não, ela caiu na rua e foi levada para o Souza Aguiar. ela conseguiu ligar agora pra cá e pediu para te avisar.
largo cliente prum lado, digo que volto pra reunião outra hora. ligo pra marido e digo apenas:
- minha mãe tá no Souza Aguiar, vou te encontrar agora, estou nervosa e não vou conseguir dirigir até o hospital, te pego no meio do caminho, saindo agora, beijos e desce correndo que estou chegando.
chegamos no hospital depois de muito transito e falta de vaga para estacionar. lá ninguém sabe responder. onde ela está? ah, tem que procurar em em 4 salas, mas só pode entrar uma pessoa. sendo assim, vai marido que é mais forte.
roda, roda.
sobe, desce.
vai e volta.
nada, onde se meteu a minha velhinha?
mais de uma hora depois toca o celular, porteiro novamente.
- oh, tô em casa, onde você está que não foi me pegar no hospital?
vejam vocês se pode essa? larguei tudo pelo meio do caminho, saí feito uma louca, rodamos o centro e o tal do hospital e ela passou por outra porta e foi embora. e melhor, chega em casa e a primeira coisa que faz é ligar me dando bronca....
tsc, tsc, tsc, haja paciência!
saio correndo do hospital com o marido, mais transito, mais caos.
ligo para o porteiro e falo para ele não deixar ela sair do prédio em hipótese alguma.
enfim chego lá. e olho o que encontro.
foto do 1o dia, depois quando consegui trazer ela pra minha casa.

foto do 3o dia, ela ainda na minha casa, agora parecendo um panda.
- oh, tá nada bem não, ela caiu na rua e foi levada para o Souza Aguiar. ela conseguiu ligar agora pra cá e pediu para te avisar.
largo cliente prum lado, digo que volto pra reunião outra hora. ligo pra marido e digo apenas:
- minha mãe tá no Souza Aguiar, vou te encontrar agora, estou nervosa e não vou conseguir dirigir até o hospital, te pego no meio do caminho, saindo agora, beijos e desce correndo que estou chegando.
chegamos no hospital depois de muito transito e falta de vaga para estacionar. lá ninguém sabe responder. onde ela está? ah, tem que procurar em em 4 salas, mas só pode entrar uma pessoa. sendo assim, vai marido que é mais forte.
roda, roda.
sobe, desce.
vai e volta.
nada, onde se meteu a minha velhinha?
mais de uma hora depois toca o celular, porteiro novamente.
- oh, tô em casa, onde você está que não foi me pegar no hospital?
vejam vocês se pode essa? larguei tudo pelo meio do caminho, saí feito uma louca, rodamos o centro e o tal do hospital e ela passou por outra porta e foi embora. e melhor, chega em casa e a primeira coisa que faz é ligar me dando bronca....
tsc, tsc, tsc, haja paciência!
saio correndo do hospital com o marido, mais transito, mais caos.
ligo para o porteiro e falo para ele não deixar ela sair do prédio em hipótese alguma.
enfim chego lá. e olho o que encontro.
foto do 1o dia, depois quando consegui trazer ela pra minha casa.

foto do 3o dia, ela ainda na minha casa, agora parecendo um panda.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
tecnologia me enlouquece, socorro, alguém pra ajudar?
lindo não?
pois é, mas muito complexo para a minha cabecinha... quando compramos já deviam entregar com todas as configurações necessárias.

entrei pra valer no mundo da tecnologia, agora tenho um smartphone Nokia e71, mas para raiva de muitos não consigo trabalhar completamente com ele. como configura conta de internet, e-mail, como usar tanta tecnologia. o manual parece falar em algum dialeto do interior central do sul inferior da china. (será que isso existe??? hehehe)
bom o fato é que estou apaixonada por um pedaço de tecnologia que eu não sei usar.
alguém por ai saca dessas coisas???
pois é, mas muito complexo para a minha cabecinha... quando compramos já deviam entregar com todas as configurações necessárias.

entrei pra valer no mundo da tecnologia, agora tenho um smartphone Nokia e71, mas para raiva de muitos não consigo trabalhar completamente com ele. como configura conta de internet, e-mail, como usar tanta tecnologia. o manual parece falar em algum dialeto do interior central do sul inferior da china. (será que isso existe??? hehehe)
bom o fato é que estou apaixonada por um pedaço de tecnologia que eu não sei usar.
alguém por ai saca dessas coisas???
sábado, 4 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
- você já tentou recuperar o passado, ou alguém dele?
- bom, eu não tentaria. tudo mudou. você mudou. a vida é outra. deixe o passado quieto, sempre há alguma dor não curada, que ao mexer no baú vai voltar a doer.
- melhor seguir em frente, sem olhar e revirar as caixas guardadas. o mundo é grande o suficiente para ter onde guardar os dias que vão se findando.
hoje acordei pensando em você.
quanta saudade.
não, não deste homem que vive ao meu lado, mas do outro que existia dentro deste corpo.
logo no primeiro dia percebi outras mudanças.
você sentou a mesa para almoçar, foi gentil e polido em seus modos.
não xingou, nem falou palavras desnecessárias.
os dias se passaram e a mudança tinha permanecido, a cada momento uma nova surpresa.
a noite, os programas eram outros, havia a necessidade de fazer, estar, cumprir. sempre tínhamos compromissos, que não podiam ser recusados.
tudo em prol do networking, era o que você dizia.
não haviam mais os momentos de ternura. os carinhos eram frios e a educação extrema. nada faltava, todos os dias você trazia um presente. Chocolates, flores, revistas e livros, convites para jantares e cinema, nada faltava.
mas eu ainda continuava insatisfeita.
este não era o homem que eu tinha passado metade da minha vida.
não era este homem que me aquecia na cama, que pulava desajeitadamente em cima de mim e dizia palavras quentes e descabidas para uma moça de boa família.
eu olhava atentamente, o que faltava?
de tanto observar um dia descobri, você olhava pra mim e, nisso percebi que o brilho dos seus olhos haviam sumido. não havia mais a ternura dos olhares trocados furtivamente entre os diversos momentos do dia.
era a falta de paixão que me desnorteava. sem a sua paixão pela vida eu não sobreviveria. eu me alimentava da sua alegria em viver, eu bebia seus beijos como se fossem o mais nobre e puro fortificante.
agora nada disso mais era possível, o que tinha restado era um homem sem paixão.
você tinha sido picado pelo inseto da modernidade, que robotiza os sentimentos, as relações, as conquistas. preciso descobrir o antídoto para curar esta virose.
quanta saudade.
não, não deste homem que vive ao meu lado, mas do outro que existia dentro deste corpo.
logo no primeiro dia percebi outras mudanças.
você sentou a mesa para almoçar, foi gentil e polido em seus modos.
não xingou, nem falou palavras desnecessárias.
os dias se passaram e a mudança tinha permanecido, a cada momento uma nova surpresa.
a noite, os programas eram outros, havia a necessidade de fazer, estar, cumprir. sempre tínhamos compromissos, que não podiam ser recusados.
tudo em prol do networking, era o que você dizia.
não haviam mais os momentos de ternura. os carinhos eram frios e a educação extrema. nada faltava, todos os dias você trazia um presente. Chocolates, flores, revistas e livros, convites para jantares e cinema, nada faltava.
mas eu ainda continuava insatisfeita.
este não era o homem que eu tinha passado metade da minha vida.
não era este homem que me aquecia na cama, que pulava desajeitadamente em cima de mim e dizia palavras quentes e descabidas para uma moça de boa família.
eu olhava atentamente, o que faltava?
de tanto observar um dia descobri, você olhava pra mim e, nisso percebi que o brilho dos seus olhos haviam sumido. não havia mais a ternura dos olhares trocados furtivamente entre os diversos momentos do dia.
era a falta de paixão que me desnorteava. sem a sua paixão pela vida eu não sobreviveria. eu me alimentava da sua alegria em viver, eu bebia seus beijos como se fossem o mais nobre e puro fortificante.
agora nada disso mais era possível, o que tinha restado era um homem sem paixão.
você tinha sido picado pelo inseto da modernidade, que robotiza os sentimentos, as relações, as conquistas. preciso descobrir o antídoto para curar esta virose.
e, se dedicou tanto a fazer o que agradava aos outros, que quando acordou, já tinha 40 anos e não sabia o que queria da vida.
não tinha construído nada, nem imaginava que caminho tomar.
parou, ficou ali olhando as paredes sujas de seu quarto, as lágrimas invisíveis escorrendo de seu coração. olhos fechados para o resto do mundo, dentes trincados. um mudo grito interno a doer a garganta.
e agora, o que faria? quem estaria a seu lado?
para onde foram todos os que beberam do mesmo chopp?
e todas as promessas de amor e amizade eterna?
viraram a primeira esquina de muitos anos e nunca mais voltaram.
agora só resta a fuga do passado, o desejo de querer ser uma pessoa diferente.
mas como? ela percebe que nem sabe andar, desaprendeu, ou talvez nunca tenha aprendido. os desejos saltam de sua mente, vontade de aprender, fazer cursos. retomar as línguas esquecidas, a faculdade abandonada, os diplomas perdidos. mas agora o tempo passou, não há mais forças. não há mais dinheiro.
recomeçar.
um novo caminho.
abandonar o anterior.
e quantas vezes mais a vida vai permitir que ela tenha um lugar para recomeçar?
domingo, 28 de junho de 2009
pare de reclamar
do que vc reclama?
se de uma dor: tome remédio.
se não passou; vá ao médico.
se da falta de amor: esteja aberto ao novo.
passeie, conheça pessoas.
se mesmo assim não encontra,
veja se não está exigindo demais,
se sua postura não afasta as pessoas,
ou se sua aparência não assusta os outros.
tudo isso pode ser mudado, basta você querer.
se da falta de dinheiro, essa é matemática:
se falta é pq não ganha nada, ou seja, não trabalha.,
ou se ganha; gasta mais do que ganha.
reveja seu estilo de vida.
se quer mais, faça por merecer, esforce-se, seja mais eficiente.
mas, antes de tudo, viva conforme o que você tem.
não queira o que não pode.
do quê mais você pode reclamar?
perceba que reclamamos de tudo.
nos queixamos muito e agradecemos pouco.
temos o dom de viver.
temos o dom de pensar e fazer.
pq reclamar?
boa semana para todos!
se de uma dor: tome remédio.
se não passou; vá ao médico.
se da falta de amor: esteja aberto ao novo.
passeie, conheça pessoas.
se mesmo assim não encontra,
veja se não está exigindo demais,
se sua postura não afasta as pessoas,
ou se sua aparência não assusta os outros.
tudo isso pode ser mudado, basta você querer.
se da falta de dinheiro, essa é matemática:
se falta é pq não ganha nada, ou seja, não trabalha.,
ou se ganha; gasta mais do que ganha.
reveja seu estilo de vida.
se quer mais, faça por merecer, esforce-se, seja mais eficiente.
mas, antes de tudo, viva conforme o que você tem.
não queira o que não pode.
do quê mais você pode reclamar?
perceba que reclamamos de tudo.
nos queixamos muito e agradecemos pouco.
temos o dom de viver.
temos o dom de pensar e fazer.
pq reclamar?
boa semana para todos!
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