terça-feira, 23 de setembro de 2008

nada melhor do que vídeos para contar sentimentos quando estamos sem saber o que falar, músicas que nos acalentam o coração pq expressam a palavra não dita.

nem tudo fica no lugar que a gente quer...

sonho

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Ao Mestre Especial!

Hoje na verdade estou só buscando uma parada, um caminho mais light.
Hoje não estou buscando entender nada, quero apenas que pare!
Paaaraaaa, por favor!
Mestre, negocia a troca.
Mestre, dá segurança.
Mestre, organiza a confusão.
Mestre, permita a paz interna, externa e geral.
Mestre, me liberta, por favor!
Amigos e Amigas,
Se é que algum de vocês passam por aqui...

A vida anda absurdamente complexa!
Por isso não tenho passado por aqui para deixar posts.

Espero que em breve tudo se organize, pois estou acabada!
Trabalho em excesso, confusões em excesso, stress tb em excesso... ahhh, socorro!!!
Alguém mande a vida parar de rodar que eu quero descer e relaxar, estou tonta!

bjs a todos!

Assim anda a vida!!!!

terça-feira, 29 de julho de 2008

ai meu deus, eu tenho mais de 30.

hoje como não fui trabalhar, fiquei de casa resolvendo as pendências, acabei tendo tempo para entrar em alguns blogs e ver os papos. vi ótimos blogs, a maioria com assuntos femininos e em alguns a grande questão, a chegada dos 30 anos.
eu digo de cadeira, não sei se para todas funcionou como para mim, mas os 30 são fantásticos.
é nos 30 que aprendi a me conhecer, a entender meus desejos. é nos 30 que compreendi minhas carências e meus questionamentos. é nos 30 que definitivamente comecei a varrer algumas coisas para debaixo do tapete da vida. é nos 30 que entendi que nem tudo tem compreensão, nem tudo tem solução e nem tudo é como eu quero.
meu melhor aprendizado, nos 30, é que eu não controlo a vida, não controlo o tempo, simples assim, eu não controlo!
deixa a vida me levar, vida leva eu... deixa a vida me levar, vida leva eu....

anjinho sapeca

entender a vida realmente é impossível, mas gostaria que fosse mais fácil a administração das nossas histórias.
há momentos em que tudo caminha bem e de repente, como disse em outro conto, parece que um anjo passa correndo e descarrilha o trem que seguia calmamente por seu caminho. o que fez isso no trem da minha história é um anjo muito do sapeca, parece que ele fez melhor ainda, colocou todos os acontecimentos dentro de um saco, sacudiu tudo e depois em devolveu a história. só que agora ele quer que eu remonte a história. acontece que ele colocou saídas e sem entradas, notícias boas acontecendo em momentos que eu juro que ela não é boa...
um caos, é isso que o anjo fez.
tudo é a forma que você pede as coisas. mas como eu pedi? será que não prestei atenção no pedido? pode ser, nem lembro como eu pedi. pedi a venda, pedi o aluguel, pedi a compra do taxi, pedi o meu carro, pedi o meu filho. mas calma, não era como veio.
anjinho sapeca, se estiver por aqui me ouvindo, dá um jeito na situação, o bolso está furado, nada fica... e preciso reter. não adianta cobrir a cabeça para não ver e deixar o pé descoberto para sentir frio e me darem uma rasteira. anjinho sapeca. me ajuda a sair de dentro do saco.

Sábado, 27/07 às 8:30h em Ramos

Tenho que voltar no tempo, sim eu sei, não se vive de passado, mas não dá, até hoje não consegui parar para escrever o que aconteceu.
Enrique diz que perdi minha virgindade, por isso sofri tanto.
Pode ser, mas vamos aos acontecimentos.

Sábado pela manhã, acordei cedo, uma manhã mais que preguiçosa. Eu tinha todo o direito de ficar na cama, dias trabalhados, cabeça cansada de tanto pensar. A cabeça trabalha exatamente tudo o que o corpo não trabalha. Meu Deus, eu não paro de pensar um segundo... isso cansa, acaba comigo.
Mas enfim, resolvi que estava no dia de ter um cuidado a mais com o marido. Levantei cedo e fui com ele rumo à Ramos, subúrbio do Rio de Janeiro. Nosso objetivo era chegar lá o mais rápido que fosse possível, deixar o carro dele na oficina, entrar no meu correndo e seguir para Copacabana e sentar no bar de uns amigos e tomar um super café da manhã.

É, mas tinha algo no caminho, eu pressentia. Mas pressenti errado, achei que fossem nos assaltar. Que nada! O que aconteceu foi um tanto diferente. Estava atravessando uma via, com todo cuidado e atenção quando um táxi me pegou pelo lado e me levou até a outra pista. Seria grave se o transito estivesse agitado, mas ali não fica agitado,m muito menos 8:30h da manhã de um sábado. Que susto.

Desce do carro, vê o que aconteceu, o estado que todo mundo ficou. Ninguém se machucou, tudo certo. Vamos para a burocracia de resolver tudo. O motorista não tem seguro, o carro não é dele, ele paga diária. Está cansado, trabalhou a noite toda para ganhar uns poucos trocados e no fim, quando ia entregar o carro para o dono, perde o controle do carro que estava descendo o viaduto e não consegue frear a tempo de me encontrar...
Resumindo, f&%$*#$^%$%$...

Ok, ok eu posso dizer que não dei seta, que estava perdida e que não vi o táxi do meu lado quando entrei. Ok, eu assumo a culpa, mas vamos com calma, uma coisa de cada vez. Chama a policia, faz o "BRAT" e depois a gente liga para o seguro. Ah, mas o seguro não resolve isso durante o final de semana.. só segunda.
Mas quem disse que o motorista quer ficar com o carro parado no final de semana??? Sorry, não posso fazer nada. Pagar o seu carro, pagar o meu carro, minha franquia, e pagar a sua diária... impossível. Cada um assume um pedaço do problema, certo?
Mas haja paciência!

No final, saímos cada um para um lado e na minha cabeça vinha apenas o som da batida, vidro quebrando, choc de carros e a cara amargurada do taxista que precisa trabalhar e por algum motivo da vida teve a infeliz idéia de passar pelo mesmo lugar que eu. Não adianta, não tem como colocar 2 corpos no mesmo lugar ao mesmo tempo, a tentativa é sempre frustrada e dolorosa.

Acho que a maior dor é a da perda financeira. Ninguém está com dinheiro sobrando para gastar com batida de carro. E nem temos paciência e ânimo sobrando para todo o stress que circula junto.

É, perdi a virgindade, agora posso dizer que já bateram em mim. Já tive um acidente de carro!
Eita virgindade ruim de perder. Esta eu queria ter pro resto da minha vida, mas agora já era.

sábado, 26 de julho de 2008

por Mano Melo

Tudo o que grita é mudo
O eco do mundo tá surdo
Eu busquei ler nos teus olhos de medo
Mas o que hoje é doce amanhã vira azedo
Dúvidas dividem e não pagam dívidas
Nem nessa nem nas outras vidas
É tudo uma questão de arriscar
Uma questão de procura e crença
Quem espera nunca alcança
Esperar? Nem criança...

Eu queria poder confiar sempre.

Eu acredito na amizade, no amor, na vida.
Todos, menos o amor, me traíram até agora.
Seria bem mais simples se as palavras fossem verdadeiras.
E os sentimentos simples.
E os desejos comunitários.
E o individuo não fosse cruel.

"Acho que matei alguém e naquele instante morri um pouco também", é o que canta a Fernanda Takai no meu ouvido....

Pobre, feio, negro.. e daí?
É humano como eu.
Odeio preconceitos.
Odeio traições.
Odeio falsidades.
Odeio dissimulação.

Era um amigo querido que morreu quando me negou o olhar.
Ele chegou apenas para saber se fui mal, ele teve inveja, ele comparou.
Ele escolheu o caminho errado e esperou que eu fosse continuar ali, disposta a abraçar.

Não tem mais abraço.
Não tem mais carinho.
É dissimulado e preconceituoso como o homem que eu mais desejei que me amasse.

Desculpa amigo, mas não te quero mais ao meu lado.
Não quero mais confiar em você.
Não quero mais vibrar e sofrer com você.
Matei alguém, mas também morri um pouco...

Amar o Amor

Confessar o amor.
Encontrar o amor.
Acreditar no amor.
Questionar o amor.
Confiar cegamente no amor.
Acima de tudo, amar muito!

Descarrilhou

O trem descarrilhou.
Foi um anjo que veio correndo e bateu.
O trem saiu do trilho.
E a alegria se perdeu.
Ela volta, mas ainda não descobriu o caminho de retorno.
Enquanto isso o desequilibrio se instalou.
Descabelou a vida.
Enlouqueceu o cotidiano.
E a amiga intima passou desabercebida.
Não percebendo que a tristeza estava ali, instalada.
E a menina, grita por socorro.
O trem caiu no colo dela.
O pé ficou preso, e ela chora desolada.
O anjo precisa encontrar o caminho.
E instalar a vida que se perdeu.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Juritis - by Dunley

“Quem resiste ao sorriso de uma criança, a uma gargalhada gostosa de uma voz aguda, quase estridente? Dentes falhos, cara redonda, cabelos rebeldes e despenteados, olhar curioso e jeito maroto. Crianças são a alegria dos pais, o sonho dos avós e o desejo dos tios.
Sou um quase tio de um quase filho de uma quase irmã. Ainda não conheço este serzinho mais já possuo por ele um grande carinho, afeto, cuidado. Jogarei videogame, levarei para subir montanha, ver o fluzão jogar no maraca. Banho de cachoeira, praia, suco de fruta e muita bala juquinha. Tenho certeza que irá adorar minha sonoplastia, minha imitação do scooby-doo, de velhinha, de criança, de esquilo, de caipira, de preto velho... Hahaha!
Vou contar histórias pra gente rir e filosofar juntos.
Juriti, assim o chamo.
Venha logo, chegue logo, ilumine logo a casa da minha irmãzinha Rose e meu irmãozão Enrique. Você já é muito querido por todos nós.
Será muito feliz!
Sua família já é abençoada, antes mesmo de você chegar.”.

sábado, 12 de julho de 2008

Da chegada do amor - Elisa Lucinda (o mais belo de todos)

"Sempre quis um amor
que falasse
que soubesse o que sentisse.
Sempre quis um amor
que elaborasse
Que quando dormisse
ressonasse confiança
no sopro do sono
e trouxesse beijo
no clarão da amanhecice.
Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.
Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.
Sempre quis um amor
cujo bom dia morasse
na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.
Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa
do pano de fundo dos seres
não assustasse.
Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia
da cama me levantasse.
Sempre quis um amor
que não se chateasse
diante das diferenças.

Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o
futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar
o desenho
do invólucro e compará-lo
com a calma da alma
o seu conteúdo.
Contudo
Sempre quis um amor
que me coubesse futuro e
me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira
ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amor
que sem tensa-corrida me ocorresse.
Sempre quis um amor
que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.
Sempre quis um amor
de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente
nas nossas mãos.
Sem senãos
Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.
Eu sempre disse não
à constituição dos séculos
que diz que o "garantido"amor
é a sua negação.
Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes de chegar a esse céu
se anunciasse.
Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.
Sempre quis um amor não omisso
e que suas estórias me contasse.
Ah, eu sempre quis um amor que amasse."
extraído do livro eu te amo e suas estréias

Aviso - Elisa Lucinda

"Se prepare
talvez você seja
um deflagrador descambado
de muitos poemas de amor.

Se prepare
não se assuste
não me apague
talvez você se depare
com seu medo
bem no meio de sua coragem."
extraído do livro eu te amo e suas estréias

Espelho seu - Elisa Lucinda

"Quero ser minha para poder ser sua
Quero nunca mais partir
Pra longe de mim.
Vem, Alivia, Adianta, Adivinha
Quero ser sua pra poder ser minha..."
extraído do livro eu te amo e suas estréias

Um amor que confunde

Ele veio e invadiu a minha vida.
Fez um rebuliço danado,
revirou de cabeça para baixo.
Prometeu, descumpriu.
Mas ficou, dali não saiu.
Disse que não arredaria pé.
Quisesse ou não, ele ficaria.
Porque o amor é fundo,
e não tem explicação.

Mas falta...
Falta o que ele não sabe dar.
Falta o que ele não pode dar.
Falta o que ele não aprendeu a dar.
Falta o que ele não sabe que tem para dar.
Mas, ah o amor,
Como ele confunde.
Onde termina ele, onde começo eu?
Onde termina eu, onde começa ele?
Tudo se mistura.
E nesse embrulho vamos vivendo,
um amor que confunde.

Mas e a falta?
O que eu faço com ela?
Afogo na dor do amor que é grande.
Afogo na corrida do dia.
Apago junto com as palavras não contidas.
Jogo no lixo da vida.
E vivo o que veio da vida.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Cheiro e sabor da Vida!

Hoje recebi um destes e-mails com arquivo ".ppt" anexado.

Sim, exatamente o tipo de arquivo que não abro. Sempre que vejo um mail com estes arquivos, deleto. Nem penso, deleto. Até posso ter deixando de ver alguns arquivos interessantes, mas acredito que a grande maioria, 90 em 100, sejam as chatices mau montadas que travam os computadores, com fotos, musicas e letras que pulam para depois de 300 toques, formam um micro texto sem sentido mas acreditando que é 'sentimentaloide'.

Nossa, como sou cruel!!!
Espero não ter ofendido ninguém, me desculpem, mas preciso ser honesta, não tenho paciência com estes arquivos. Se eles fossem direto ao assunto, eu abriria, mas é muita firula para nada dizer.

Hoje eu abri o arquivo!

É uma apresentação falando do futuro da humanidade e a civilização solar. A principio, me vêm a mente grupos e seitas como a maçonaria, cheios de mistério e cerimônias ocultas.

Me chamou a atenção alguns pontos:

1. o texto diz q, temos q aprender a distinguir a qualidade de todo conhecimento adquirido. A tendência é cada vez mais sermos bombardeados de informações e q precisamos detectar as boas informações. Será que este texto deve passar na analise de qualidade do conhecimento?
2. diz ainda que precisamos aprender a agradecer pelo alimento diário. Acho isso importantíssimo! Eu mesma me esqueço de fazer, mas consumindo o mundo irresponsavelmente como fazemos, o mínimo é agradecer.
3. e pedir, não bens materiais e futilidades, mas pedir discernimento e pureza para entender o conhecimento da vida e da humanidade que nos é dado. É, só o ser Supremo para nos ajudar no meio de tanta informação, é um bombardeio que muitas vezes não sabemos o que fazer, ficamos feito cegos no meio de um tiroteio.
4. fala também que devemos nos conhecer.

Foi nesse ponto que parei e fiquei pensando.

Eu me conheço? Acho que sim.
Será que me conheço mesmo?
Sei prever minhas ações para algumas situações?

Por mais que eu leia, estude, busque e faça terapia, eu acho que me conheço. E, quero acreditar que o mesmo aconteça com todas as pessoas que estão por aqui.
Porém, hoje a quantidade de informações que recebemos diariamente é tão grande que não conseguimos chegar em casa e ficar em silêncio. Vivemos ansiosos querendo saber o que vai acontecer no futuro, nos preocupamos e gastamos energia querendo saber até o que vai acontecer no próximo capitulo da novela. Estamos querendo girar o mundo numa rotação muito maior do que a Galáxia permite.

Queremos inventar um tempo exclusivo nosso...

Mas não somos Deuses. Não mandamos nem em nossas próprias vidas, afinal não podemos determinar quando morreremos e quando tornaremos a nascer.

Acredito que a grande alegria da vida é o aprendizado, é nos entregar e esperar o próximo dia. Que graça tem controlar um jogo? A surpresa é o que faz a diferença.
Hoje o meu grande barato é pensar que sou a marionete de um "Autor Divino" e que sou a principal expectadora da novela da minha vida. Com calma, vivo cada dia e descubro o que está escrito no próximo capítulo, vou curtindo e vivendo cada minuto que me é dado.

Falando parece fácil, ainda estou aprendendo, juro que estou tentando alcançar esta tranqüilidade e liberdade. Tenho certeza que assim a vida vai ser mais divertida e tranqüila. Tudo isso é aprendizado, e cada um tem seu nível de conhecimento e aprendizado na vida. Há os que estão muito à minha frente, e outros que não conseguem soltar as amarras.

A minha grande questão hoje é; daqui, desta vida, não levo nada. Então tenho que viver e aproveitar cada dia. Eu quero sentir o cheiro e o sabor de cada minuto da minha vida! Um dia quem sabe eu possa dizer que me conheço, mas hoje é precipitado, só faço uma idéia... uma vaga idéia. Este projeto ainda está em construção, não sei o resultado final.